A diretoria de futebol do Taubaté já começou a fazer os contatos para montagem do elenco para a disputa do Campeonato Paulista da Série B. Por enquanto, nenhum anúncio oficial. Entretanto, é possível opinar quais são os perfis que podem pintar pelos lados do Joaquinzão, tomando como base a entrevista concedida pelo vice-presidente José Manoel Evaristo ao repórter da Rádio Difusora, Ariovaldo Leite.
Jogadores: que tenham vontade de disputar a última divisão do futebol paulista e acreditem no projeto Esporte Clube Taubaté. Para isto, há atletas que tem identificação com o clube e a torcida. O meia Gilsinho é um deles. Pode-se citar o zagueiro Bruno Pizzano, o goleiro Cristiano, o atacante Renato Santiago, o atacante Éber. Se é necessário "comprar um projeto", pode ser que estes pensariam na idéia e até poderiam topar jogar. Uma dedução totalmente simplista, mas viável.
Técnico: conhecimento profundo de futebol e tenha perfil do mercado acima da Série B. Também tem que se adequar ao perfil exigido pela diretoria do Taubaté, mas com a possibilidade de que o profissional aceite a idéia, devido justamente ao papel que irá desempenhar. É uma incógnita. Sugerir nomes sem ter maiores referências é difícil. Mas é um nome que José Manoel deve conhecer profundamente, devido o histórico que ele tem na intermediação de treinadores com clubes.
Interessante destacar que, como o Paulista da Segunda Divisão é sub-23, com a exceção dos clubes poderem contar com atletas acima da idade, não é possível apelar para muitas estratégias de contratação. O mercado de jogadores, para o Taubaté, fica restrito ao que estava trabalhando. Ou seja, a diretoria terá que garimpar bons valores do futebol paulista (e de outros estados).
Em relação ao treinador, o indício é que não haverá a contratação de alguém conhecido dos diretores. Soluções caseiras podem não ser adotadas (como contar com os trabalhos de Mauro Mânica, Valmir Gritti, entre outros profissionais radicados em Taubaté), como também profissionais que não estão no mercado do futebol há algum tempo. E como técnico é nome de confiança de quem o emprega, será algo proximo a realidade do futebol conhecida por José Manoel Evaristo.
Assim sendo, surpresas podem acontecer no Taubaté. E o que se vislumbra é uma equipe cheia de caras novas, seja dentro como fora de campo.
Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
Quinta-feira, 24 de Julho de 2008
Os adjetivos que sobram no Esporte Clube Taubaté
Quando a coerência é jogada pela janela, se perde o respeito. E quando o absurdo entra no lugar do bom senso, é porque algo está errado. Por isso, os diretores do Esporte Clube Taubaté mostram mais uma vez que estão no lugar errado.
Na situação caótica e calamitosa que passa o Esporte Clube Taubaté, ser cartola do clube é ter coerência, bom senso, entre outros adjetivos. Ser diretor do Burro da Central, no auge dos 93 anos, quase 94 anos, é ser responsável pelo (pouco) patrimônio que o clube dispõe, é ter a mínima estrutura para que os projetos funcionem, é organizar a casa para que o futuro seja melhor.
É por causa disso que é inadmissível as últimas atitudes tomadas pela cartolada taubateana. Proibir que jogadores com empresários entrem em campo, a duas semanas do início do campeonato paulista de juniores, é jogar todo o trabalho de uma comissão técnico no limbo. O pior de tudo isso é tomar uma atitude as vésperas de uma competição, sendo que o gabinete presidencial sabia da situação destes atletas. Ou seja, uma atitude que desmontou todo um árduo trabalho realizado por Kiko e Reinaldo Xavier.
Outra atitude impressionante é a atual diretoria Alvi Azul ter permitido que carros fossem expostos no gramado do estádio Joaquim de Morais Filho num feirão de automóveis. Em troca disso, o Taubaté ganhou dinheiro e também buracos, trincheiras e sujeiras num gramado que vinha sendo cuidado no limite do suportável por funcionários que não recebem salários a três meses e que não tem estrutura digna de realizarem o trabalho satisfatoriamente.
Pior ainda é que a equipe sub-20 do Taubaté vai jogar o Campeonato Paulista num gramado em condições piores que campos do futebol amador da cidade. E o mais vexatório é o Joaquinzão ser oferecido nesta situação ao Guaratinguetá, um clube profissional que está disputando o Campeonato Brasileiro da Série C, e que presa pela organização e planejamento e que leva a competição a sério.
Ou seja, a seriedade necessária para fazer com que a única razão de ser do Taubaté funcione não existe. Por isso, somente uma atitude pode fazer com que a incoerência e a irracionalidade acabem pelos lados do Joaquinzão: a renuncia coletiva de toda a diretoria do Esporte Clube Taubaté.
Na situação caótica e calamitosa que passa o Esporte Clube Taubaté, ser cartola do clube é ter coerência, bom senso, entre outros adjetivos. Ser diretor do Burro da Central, no auge dos 93 anos, quase 94 anos, é ser responsável pelo (pouco) patrimônio que o clube dispõe, é ter a mínima estrutura para que os projetos funcionem, é organizar a casa para que o futuro seja melhor.
É por causa disso que é inadmissível as últimas atitudes tomadas pela cartolada taubateana. Proibir que jogadores com empresários entrem em campo, a duas semanas do início do campeonato paulista de juniores, é jogar todo o trabalho de uma comissão técnico no limbo. O pior de tudo isso é tomar uma atitude as vésperas de uma competição, sendo que o gabinete presidencial sabia da situação destes atletas. Ou seja, uma atitude que desmontou todo um árduo trabalho realizado por Kiko e Reinaldo Xavier.
Outra atitude impressionante é a atual diretoria Alvi Azul ter permitido que carros fossem expostos no gramado do estádio Joaquim de Morais Filho num feirão de automóveis. Em troca disso, o Taubaté ganhou dinheiro e também buracos, trincheiras e sujeiras num gramado que vinha sendo cuidado no limite do suportável por funcionários que não recebem salários a três meses e que não tem estrutura digna de realizarem o trabalho satisfatoriamente.
Pior ainda é que a equipe sub-20 do Taubaté vai jogar o Campeonato Paulista num gramado em condições piores que campos do futebol amador da cidade. E o mais vexatório é o Joaquinzão ser oferecido nesta situação ao Guaratinguetá, um clube profissional que está disputando o Campeonato Brasileiro da Série C, e que presa pela organização e planejamento e que leva a competição a sério.
Ou seja, a seriedade necessária para fazer com que a única razão de ser do Taubaté funcione não existe. Por isso, somente uma atitude pode fazer com que a incoerência e a irracionalidade acabem pelos lados do Joaquinzão: a renuncia coletiva de toda a diretoria do Esporte Clube Taubaté.
Quinta-feira, 29 de Maio de 2008
Conselho tem novos conselheiros e novo presidente. E agora?
A renovação de um terço do conselho deliberativo e a eleição da nova mesa diretora, tendo como presidente Otávio Alves Côrrea, pode não significar nada para a maior parte dos torcedores do Taubaté. De tanta cobrança que os conselheiros já receberam, a credibilidade não é a palavra que melhor qualifica o órgão decisório do Burro da Central.
Para que a imagem de órgão inoperante e inerte aos acontecimentos do Taubaté mude, vai ser preciso muito, mas muito trabalho por parte dos membros da mesa diretora e dos conselheiros. Arregaçar as mangas e o esforço de um trabalho sério terá que ser a tônica daqueles que pretendem fazer algo pelo Taubaté.
Mas o principal ponto, e até novidade, na eleição do conselho deliberativo, foi a nomeação de Otávio Alves Côrrea para a presidência do órgão. Empresário de sucesso na cidade de Taubaté e vice-presidente administrativo da Federação Paulista de Futebol, Otávio tem certas credenciais que o habilitam a exercer um papel diferenciado dentro do Esporte Clube Taubaté.
Com certeza, Otávio é um contraponto a atual diretoria do clube. Ele pertence a uma ala diferente a que está o atual presidente da diretoria executiva, Elidemberg Nascimento. E pode, a partir daí, o clube ter um novo comando para a presidência da diretoria.
O importante, porém, é que as primeiras ações prometidas por Otávio sejam colocadas na mesa de forma imediata. Para assim a dita credibilidade começar a ser construída no Taubaté, e a esperança de um futuro melhor aparecer no fundo do túnel.
Para que a imagem de órgão inoperante e inerte aos acontecimentos do Taubaté mude, vai ser preciso muito, mas muito trabalho por parte dos membros da mesa diretora e dos conselheiros. Arregaçar as mangas e o esforço de um trabalho sério terá que ser a tônica daqueles que pretendem fazer algo pelo Taubaté.
Mas o principal ponto, e até novidade, na eleição do conselho deliberativo, foi a nomeação de Otávio Alves Côrrea para a presidência do órgão. Empresário de sucesso na cidade de Taubaté e vice-presidente administrativo da Federação Paulista de Futebol, Otávio tem certas credenciais que o habilitam a exercer um papel diferenciado dentro do Esporte Clube Taubaté.
Com certeza, Otávio é um contraponto a atual diretoria do clube. Ele pertence a uma ala diferente a que está o atual presidente da diretoria executiva, Elidemberg Nascimento. E pode, a partir daí, o clube ter um novo comando para a presidência da diretoria.
O importante, porém, é que as primeiras ações prometidas por Otávio sejam colocadas na mesa de forma imediata. Para assim a dita credibilidade começar a ser construída no Taubaté, e a esperança de um futuro melhor aparecer no fundo do túnel.
Marcadores:
conselho deliberativo,
diretoria,
eleições
Quarta-feira, 28 de Maio de 2008
Quem diria....

O bom e velho Joaquinzão está valorizado. Com o quase acerto entre Taubaté e Guaratinguetá, o time da Garça do Vale, poderá mandar alguns dos seus jogos do Brasileiro da série C no estádio Joaquim de Moraes Filho.
Fica a esperança que nosso presidente Elidemberg Nascimento negocie da melhor forma o aluguel do nosso maior patrimônio e este recém eleito conselho deliberativo, já participe desta negociação e faça valer sua importancia para o E.C.Taubaté.
Imaginem este nosso estádio mais bem cuidado e com uns 10 mil lugares a mais!?!
Qual sua opinião?? Pretende assistir aos jogos do Guará e torcer contra?
Fica a esperança que nosso presidente Elidemberg Nascimento negocie da melhor forma o aluguel do nosso maior patrimônio e este recém eleito conselho deliberativo, já participe desta negociação e faça valer sua importancia para o E.C.Taubaté.
Imaginem este nosso estádio mais bem cuidado e com uns 10 mil lugares a mais!?!
Qual sua opinião?? Pretende assistir aos jogos do Guará e torcer contra?
Marcadores:
Guará,
Joaquinzão,
Taubaté
Segunda-feira, 28 de Abril de 2008
Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
Categorias de base e futuro
A diretoria do Taubaté determinou a suspensão dos trabalhos nas categorias de base. As equipes infantil, juvenil e júnior do Alvi Azul não estão mais em atividade. Com isso, o clube não disputará os campeonatos estaduais sub-15 e sub-17.
Por um lado, é lamentável o término dos trabalhos nestas categorias. Após muito tempo sem realizar trabalhos com garotos, colaboradores iniciaram um projeto de montar esquipes com atletas de 15 e 17 anos. Começou em 2006, quando a Meca Sports terceirizava o clube. O trabalho continou com a diretoria executiva reassumindo o controle do departamento de futebol profissional.
Nestes três anos, é inegável que esse trabalho trouxe frutos para o Taubaté. Tanto que alguns jogadores revelados nas equipes de baixo fazem parte do time profissional que disputa a Série A-3, como o meia Luiz Guilherme, o zagueiro Patrik e o atacante Marcinho. O atacante Paulinho, que disputou o Paulista Sub-20 do ano passado pelo Burro da Central, está no time do XV de Piracicaba e integrou as categorias de base.
Estes exemplos são fortes o suficiente para que as categorias de base continuassem em atividade no estádio Joaquim de Morais Filho. Pode-se até aceitar o argumento da diretoria de que a falta de garantias financeiras por parte dos diretores do departamento de futebol amador foi fundamental para a suspensão destes trabalhos.
Porém, é importante frisar que a venda de alguns jogadores dessas mesmas equipes é dinheiro certo no caixa do clube e custearia as despesas com estrutura e jogadores. Para isso, é preciso que os contratos com procuradores e empresários sejam vantajosos para o Taubaté dentro de limites interessantes. E estes pontos poderiam ser negociados com os administradores das categorias de base.
Além do retorno financeiro, a continuidade das categorias de base do Taubaté será fundamental para dar o suporte necessário para o trabalho a ser realizado, caso o time profissional seja rebaixado para a Série B do Campeonato Paulista. Como a competição determina a utilização de jogadores até 23 anos, a atividade de equipes sub-17 e sub-20 se torna fundamental neste contexto.
E começar o trabalho do zero em qualquer categoria exige esforços muito grandes para que os resultados positivos sejam colhidos. Vide a atual situação que o Taubaté passa na Terceira Divisão do futebol paulista, precisando de duas vitórias para que se evitar um rebaixamento histórico para a quarta divisão.
Por um lado, é lamentável o término dos trabalhos nestas categorias. Após muito tempo sem realizar trabalhos com garotos, colaboradores iniciaram um projeto de montar esquipes com atletas de 15 e 17 anos. Começou em 2006, quando a Meca Sports terceirizava o clube. O trabalho continou com a diretoria executiva reassumindo o controle do departamento de futebol profissional.
Nestes três anos, é inegável que esse trabalho trouxe frutos para o Taubaté. Tanto que alguns jogadores revelados nas equipes de baixo fazem parte do time profissional que disputa a Série A-3, como o meia Luiz Guilherme, o zagueiro Patrik e o atacante Marcinho. O atacante Paulinho, que disputou o Paulista Sub-20 do ano passado pelo Burro da Central, está no time do XV de Piracicaba e integrou as categorias de base.
Estes exemplos são fortes o suficiente para que as categorias de base continuassem em atividade no estádio Joaquim de Morais Filho. Pode-se até aceitar o argumento da diretoria de que a falta de garantias financeiras por parte dos diretores do departamento de futebol amador foi fundamental para a suspensão destes trabalhos.
Porém, é importante frisar que a venda de alguns jogadores dessas mesmas equipes é dinheiro certo no caixa do clube e custearia as despesas com estrutura e jogadores. Para isso, é preciso que os contratos com procuradores e empresários sejam vantajosos para o Taubaté dentro de limites interessantes. E estes pontos poderiam ser negociados com os administradores das categorias de base.
Além do retorno financeiro, a continuidade das categorias de base do Taubaté será fundamental para dar o suporte necessário para o trabalho a ser realizado, caso o time profissional seja rebaixado para a Série B do Campeonato Paulista. Como a competição determina a utilização de jogadores até 23 anos, a atividade de equipes sub-17 e sub-20 se torna fundamental neste contexto.
E começar o trabalho do zero em qualquer categoria exige esforços muito grandes para que os resultados positivos sejam colhidos. Vide a atual situação que o Taubaté passa na Terceira Divisão do futebol paulista, precisando de duas vitórias para que se evitar um rebaixamento histórico para a quarta divisão.
Marcadores:
Campeonato Paulista,
categorias de base,
diretoria,
Série A-3
Quarta-feira, 9 de Abril de 2008
09/04/2008 - Dia da Batalha!
Hoje é o dia D. Campo de batalha: Joaquim de Morais Filho. Inimigo: XV de Piracicaba. Meta: Conquistar os três pontos. Comandante: Ricardo Moraes.
Soldados: 18 jogadores (sem contar os torcedores que querem ir para a guerra).
Na Guerra Paulista da Série A-3, não há fracos. E nem bobos. Os mais fortes sempre vão superar seus adversários. Os mais preparados terão mais chances de chegar a vitória. E para isso é necessário ter uma tropa bem equipada, preparada e motivada.
E na 19ª melhor tropa (ou 2º pior grupo) desta guerra, os soldados não estão totalmente preparados.
Nem todos estão bem equipados. E a motivação não existia até dois dias atrás.
Nesta 15ª batalha, é necessário ser astuto. Inteligente. Não abusar da sorte. Aliás, sorte não combina com soldados despreprados. Sorte é competência aliada a oportunidade. E soldados têm que ter habilidades suficientes para surpreender o inimigo e contar com essa dita sorte.
O inimigo também está preparado. Defende uma bandeira tradicional, que já saiu vencedor de várias guerras. A história pesa a favor do oponente. É um time forte, mas que tem brechas que podem ser exploradas.
Nesta luta pela sobrevivência, é fundamental ter garra, raça, vontade. Superar as dificuldades materiais e técnicas com muita atitude, postura, ação. Não ficarem escondidos na trincheira do medo e da passividade para irem a luta e encararem o adversário de igual para igual.
É nessa quarta-feira que os 18 soldados terão que mostrar que valem muito no esquadrão Alvi Azul. É a hora dos jogadores mostrarem que são meninos e quem são homens. E para serem homens, é preciso coragem.
Coragem para fazerem diferente. Coragem para conquistarem o objetivo.
Se vencerem uma batalha, poderão ter a moral necessária junto a torcida. E mostrarem que é preciso muito mais para vencerem cada batalha nessa Grande Guerra Mundial chamada futebol.
A batalha está marcada: 20h desta quarta-feira, no desnivelado campo de batalha do Joaquinzão.
Soldados: 18 jogadores (sem contar os torcedores que querem ir para a guerra).
Na Guerra Paulista da Série A-3, não há fracos. E nem bobos. Os mais fortes sempre vão superar seus adversários. Os mais preparados terão mais chances de chegar a vitória. E para isso é necessário ter uma tropa bem equipada, preparada e motivada.
E na 19ª melhor tropa (ou 2º pior grupo) desta guerra, os soldados não estão totalmente preparados.
Nem todos estão bem equipados. E a motivação não existia até dois dias atrás.
Nesta 15ª batalha, é necessário ser astuto. Inteligente. Não abusar da sorte. Aliás, sorte não combina com soldados despreprados. Sorte é competência aliada a oportunidade. E soldados têm que ter habilidades suficientes para surpreender o inimigo e contar com essa dita sorte.
O inimigo também está preparado. Defende uma bandeira tradicional, que já saiu vencedor de várias guerras. A história pesa a favor do oponente. É um time forte, mas que tem brechas que podem ser exploradas.
Nesta luta pela sobrevivência, é fundamental ter garra, raça, vontade. Superar as dificuldades materiais e técnicas com muita atitude, postura, ação. Não ficarem escondidos na trincheira do medo e da passividade para irem a luta e encararem o adversário de igual para igual.
É nessa quarta-feira que os 18 soldados terão que mostrar que valem muito no esquadrão Alvi Azul. É a hora dos jogadores mostrarem que são meninos e quem são homens. E para serem homens, é preciso coragem.
Coragem para fazerem diferente. Coragem para conquistarem o objetivo.
Se vencerem uma batalha, poderão ter a moral necessária junto a torcida. E mostrarem que é preciso muito mais para vencerem cada batalha nessa Grande Guerra Mundial chamada futebol.
A batalha está marcada: 20h desta quarta-feira, no desnivelado campo de batalha do Joaquinzão.
Assinar:
Postagens (Atom)
